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Em caso de litígio o consumidor pode recorrer a uma Entidade de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo:

 

CNIACC – Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo


Correio: Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa

Campus de Campolide

1099-032 Lisboa

 

Telefone: 213 847 484

Web: http://www.arbitragemdeconsumo.org

E-mail:cniacc@fd.unl.pt

 

Mais informações em Portal do Consumidor: www.consumidor.pt

Sobre Nós

A Madeira & Moreira Lda., designação por que é conhecida actualmente, nasceu da vontade do casal, Rogério e Ana Moreira, em melhorar as suas condições económicas e sociais, ao mesmo tempo que daria continuidade a uma tradição familiar, através de uma empresa destinada à prestação de serviços relativos à organização e realização de funerais.

 

Tal como desde o início da sua formação, a empresa está sediada em Pedreira de Vilarinho, freguesia de Vilarinho do Bairro, concelho de Anadia, distrito de Aveiro. Ou seja, está situada na região Centro Norte de Portugal, numa zona demarcada, economicamente dependente da comercialização do Vinho e Leitão Assado à Moda da Bairrada.

 

A Madeira & Moreira, Lda., é então uma Agência Funerária especializada na preparação de cadáveres para o seu último estado, nesta vida terrena e a sua partida para a Eternidade, para além da Ornamentação, Armação e Decoração de actos Festivos e Religiosos.

 

De seguida iremos fazer uma breve abordagem, da evolução e caracterização da actividade da empresa considerada, desde a sua formação até aos dias correntes.

 

A empresa, teve como sua antecessora a Funerária Alves que surgiu na primeira década, do Século XX, pela mão de Manuel Alves da Silva, avô paterno de um dos actuais sócios, como uma sociedade em nome individual, sem capital social e vocacionada exclusivamente para a organização e realização de funerais.

 

Nesta época as urnas eram manufacturadas, pelo próprio proprietário, que era um emigrante/carpinteiro, recém chegado do Brasil e eram acabadas interiormente por sua esposa e filhas.

 

Em 1960 e 1998 a empresa sofreu algumas transformações, devido a falecimentos dos seus herdeiros primogénitos, passando desde essas datas, a recorrer a outras empresas, especializadas na transformação e fabrico de urnas, a sua aquisição de caixões funerários e alargou a prestação dos seus serviços também para o transporte de cadáveres para exéquias fúnebres.

 

Quatro anos depois (Janeiro de 2002), a empresa transforma-se em sociedade por quotas com a designação de Agência Funerária Madeira & Moreira, Lda.

 

Actualmente, o capital social da empresa é de 5.000 Euros de capital privado. A empresa dedica-se, agora, não só á organização e realização de funerais, mas, desde o início do ano 2002, possui também um estabelecimento comercial aberto ao público, dotado de instalações autónomas onde dispõe de mostruário diversificado de artigos funerários/religiosos e tem a capacidade técnica para a ornamentação, armação e decoração de actos festivos e religiosos, preparação de cadáveres para inumação, cremação ou expatriamento e transladação de restos mortais.

 

A conjugação entre a experiência do passado e capacidade técnica utilizada, fizeram e fazem com que a Agência Funerária Madeira & Moreira, Lda., se diferencie da concorrência pelo seu saber, pelas artes fúnebres, transmitidas de geração em geração ( Tal como na vida de toda a gente, há momentos que se sentem, que se vivem por transmissão de palavra, por documentos, por fotografias ) e também pela sua capacidade de conjugar coerentemente conceitos aparentemente inconciliáveis: Inovação e Tradição.

 

A Madeira & Moreira desenvolve a nível local, em colaboração com diferentes clientes e amigos, parcerias de amizade, de forma a obter e proporcionar aos seus consumidores/clientes - nas fases mais difíceis da vida, quando nos despedimos daqueles a quem queremos bem e que merecem o nosso sincero respeito, produtos e serviços que traduzam o que de bom se pode oferecer, com vista á prestação de um serviço cada vez melhor, porque as suas principais prioridades são o evoluir e a necessidade de estabelecer parâmetros de uma cada vez maior qualidade até à satisfação plena do cliente. Assim, todos os investimentos que realizam, são essencialmente uma melhoria de imagem, confiança e qualidade vocacionada para a obtenção de um serviço a caminho da excelência e compatível com as exigências do mercado.

 

Hoje, devido à inovação, sem imitações, e formação constantes, dos seus quadros, com frequência de vários cursos da especialidade, comercialização de produtos de qualidade aliados a uma imagem moderna e atractiva fazem com que a Madeira & Moreira, honre os seus antepassados e seja uma firma recomendada, entre outras, pela Associação Nacional de Empresas Lutuosas, ANEL, da qual é o seu sócio nº 191.

MORTE

- O HÓSPEDE INDESEJADO

            A morte é em geral, encarada como a mais grave de todos os infortúnios. Um assunto que sempre que possível é repudiado das conversas.

            Em várias sociedades, inclusivé na nossa, a morte reveste-se de todo um significado, mas não como algo natural. Ela é antes de mais nada, prova da nossa incapacidade, já que apesar de todo o progresso é algo que não podemos vencer. A morte é percebida como um “hóspede”, não convidado e indesejado com o qual temos de conviver.

            Vista como um ciclo natural ou não, é um momento de passagem que intriga e comove todas as sociedades. É nele, muitas vezes, que a própria vida é repensada, e que podemos encontrar rituais, simbolos muito significativos da sociedade que a produz, podendo também ser uma fonte de análise de como esta sociedade se comporta diante da vida.

- TEMPO DE PARTIDA E DE DESPEDIDA - É TEMPO DE ESPERANÇA

            Num momento como este, em que parece que tudo acabou e nada mais faz sentido, queremos dizer que há uma esperança. Para o Cristão que soube viver, a morte não é um fim, mas apenas a oportunidade de passarmos para junto de Deus a quem amamos e servimos durante o tempo que Ele nos deu de vida.

            A morte é uma realidade inevitável. Quer o homem deseje ou não; quer se preocupe ou não; quer goste ou não; a grande realidade é que todos morrerão. Sobre a Humanidade pesa a sentença de Deus: “Tu és pó e em pó te hás-de tornar” (1). “Porquanto está ordenado ao homem morrer”(2). “O salário do pecado é a morte” (3).

            Ninguém escapará à Lei da Morte. Também o prezado amigo um dia morrerá. Por isso medite no seguinte: tem um corpo que é terreno e uma alma que é imortal. Com a morte o corpo irá para a sepultura e em pó será desfeito. A alma, porém, irá para a Eternidade pois é indestrutível (4).

Onde passará a Eternidade?

            O Senhor Jesus Cristo ensinou que, na Eternidade, existem apenas dois lugares; um de sofrimento e outro de felicidade. Ambos são Eternos, defenidos e também incomunicáveis. Depois da morte, não há a possibilidade de alguém salvar a sua alma. Ninguém passará do Céu para o Inferno, nem deste para o Céu. Também ninguém poderá voltar de qualquer deles a este Mundo (5).

            Para onde irá? O seu destino depende da sua atitude para com o Filho de Deus, nesta vida. O único Caminho, para o Céu é Jesus Cristo, como Ele mesmo afirmou: “ Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por Mim” (6).

            A Salvação que Jesus oferece é inteiramente gratuita, como o Sol e a chuva. Como está escrito na Sagrada Escritura: “Pela graça sois salvos, por meio da fé e isto não vem de vós, é dom de Deus” (7).

            Tudo quanto era necessário para a salvação do homem, Jesus já fez quando morreu no Calvário.

            Creia em Jesus, que disse:“Eu Sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim ainda que esteja morto viverá” (8 ); “E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá” (9). Creia Nele sómemte. Não confie em emoções nem em sentimentalismos.

            E quando um dia você partir deste Mundo, irá para o Céu, para a Glória Eterna, pelos méritos de Cristo.

            É na presença de Deus que deve viver a Eternidade.(10).

(1).- Génesis 3:19

(2).- Hebreus 9:27

(3).- Romanos 6.23

(4).- Eclesiastes 12:7

(5).- Lucas 16:19-31

(6).- João 14:6

(7).- Efésios 2:8 e 9

(8).- João 11:25

(9).- João 11:26

(10).- João 1:12 e 13

LUTO

            Podemos dizer que conforme a morte há dois tipos de luto. O esperado e o inesperado. Há luto esperado quando a morte resulta da idade “velhice” e também no caso das doenças prolongadas. Mas, como sabemos a morte faz parte da vida. A nossa sociedade é que não está preparada para encarar esse facto com naturalidade, porque vive do que é fisico, do que está presente. As próprias faculdades de medicina não falam muito da morte, falam antes da vida e de a prolongar. É a tão falada distanásia – ou seja, consiste em atrasar o mais possível o momento da morte. A sociedade não está preparada para fazer o luto, as pessoas recusam o sofrimento, a ida ao funeral, ao cemitério, ver a pessoa morta. Mas deviam ver, chorar, gritar, exteriorizar a dor que sentem. O luto passa por várias fases, da negação, revolta, depressão, aceitação ... e há muitas pessoas que permanecem na fase da negação. Com a morte, de um familiar muito próximo, as coisas nunca voltam a ser como antes. Há lutos muito difíceis de lidar. Não há definição para a dor associada ao luto porque esta é uma dor de tal modo individual, com especifidades tão próprias daquele que está de luto, que podemos dizer com toda a certeza que cada caso é um caso.

            A única coisa que existe em comum, nesta forma individual de sofrimento, é as perguntas. E nessa cadeia infindável de perguntas há sempre uma que não tem resposta.

            É preciso que no final de tudo as pessoas encontrem, naturalmente, um espaço na sua memória e no seu coração e que entendam que a vida é feita de ciclos. E, principalmente, que a morte faz parte da vida ... é importante aceitar que estamos a sofrer mas queremos funcionar, viver.

            O luto saudável existe e passa pelas doces memórias daqules que amamos. Porque tem de haver um papel de presença, não há poções mágicas.

            Viver é morrer e ressuscitar constantemente. A dor provoca, em quem a sente, amargura, desencanto, impotência. Mas também incentiva a uma transformação, a uma renovação que não é só espiritual mas é também prática, concreta. Para quem fica nada é mais igual mas não tem que ser pior, a vida transforma-se, independentemente da fé. Mas se pensarmos que Jesus também viveu o limite da dor, que foi a morte, por isso o que salva sempre é o amor ... pomos amor na dor. Não se diz o que fazer ou como fazer, está-se com a pessoa, acompanha-se em todos os momentos da dor. Não se abandona quem sofre. Não devemos deixar que a dor nos mate. Ninguém morre na morte. A morte vai acontecendo em paralelo com a vida. E viver é dar sentido ás “pequenas mortes” da nossa existência, mas quando perdemos alguém fica um vazio que devemos aceitar, preenchendo-o, não deixando que os efeitos colaterais da morte sejam ainda mais destruidores.

            O luto pede um processo. Ninguém está, á partida, preparado para a morte. E também ninguém, por muito que se mentalize, sabe como irá viver o luto.Também há quem aguarde a morte, de bem com a vida, serenamente e muitas vezes são os familiares próximos que não aceitam essa serenidade. A morte é muito exigente para aqueles que ficam. Obriga a reinventar toda uma vida, obriga a reconstruir as relações e as formas de comunicar, com quem se gosta, numa relação de ausência fisica.

            As relações com os ente queridos são eternas, não morrem. Nos cemitérios estão apenas as ossadas, é um lugar de homenagem em presença, de memórias, não está ali a pessoa toda. Com a morte de alguém de quem gostamos, só podemos estar tristes, mas não nos devemos alimentar apenas dessa tristeza, devemos ver nela, gradualmente a profunda gratidão da vida.

            O contrário da alegria não é a tristeza ... é o pessimismo é desistir. A morte é um apelo á vida. Não podemos ser egoistas. O nosso familiar partiu mas está sempre connosco, só não está fisicamente.

            Temos que ser mais fortes que tudo o resto. Apesar da nossa dor interna, no coração, ficamos mal mas a nossa tristeza não devolve a vida ao nosso ente querido. É preciso seguir em frente. Devemos guardar o que é importante, fazer o que ele gostaria que fizessemos. E de certeza que ele não nos queria ver de preto, tristes e a chorar. Devemos vê-lo sempre como ele era, antes de morrer. Devemos “cultivar” o que ele gostava.. Nunca devemos deixar de sentir amor pelo nosso ente querido, porque isso dá-nos força e preenche a ausência. Ajuda muito a presença dos amigos, um abraço, os afectos, mas nos momentos, mais importantes, ficamos tristes, gostávamos muito que ele estivesse.


Contacto

Agência Funerária Madeira & Moreira - Vilarinho do Bairro - Anadia
(Vilarinho do Bairro)
Vilarinho do Bairro - A FUNERÁRIA


Filho de Reinaldo Alves

Rua do Arcipreste 23
3780-599 VILARINHO DO BAIRRO
( Anadia )
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